Sistu

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Sistu (arte de Fernando Salvaterra)

Zi Temtés Sistu (de sis, "planície" e tu, "leste", "da planície leste" em senzar, referindo-se à grande planície Tersis), no início de 2702 dFA, é um jovem quanciós senzar de Raltlor. Filho de Zi Temtés Sannó e Zi Akós Gensam, tem estatura, força e inteligência bem acima da média. Possui um moderado talento mágico e o exercitou com persistência, o que lhe permitiu dominar algumas técnicas de autodomínio iogue do estilo Shapash e magia marcial do estilo Erakal e desenvolver técnicas próprias e pessoais de esgrima e artes marciais.

Seu tio materno - o responsável pela disciplina e educação do sobrinho, segundo os costumes senzares - foi Zi Temtés Moam, mas com a morte deste a serviço do exército em Duaraka, o poder avuncular passou ao tio materno deste, Zi Temtés Jariô. Um desempenho extraordinário em provas físicas e mentais, que auguram uma brilhante carreira militar, o tornaram especialmente importante para os planos de Jariô, líder político local que luta pela supremacia do clã Zi no distrito e província.

Atlético, musculoso, atraente e de altura bem superior à média, cabelo liso e negro e pele cor de bronze escuro, tem a reputação de excelente amante entre as jovens de Raltlor. Seu nome é bem conhecido na província de Rasab, principalmente como grande atleta e campeão de qualsog e artes marciais, mas ele também tem um vivo interesse por política, história, sociedade e kisharografia - em suas frequentes viagens a Rasab, passou a maior parte do tempo livre na biblioteca da cidade, administrada por amigos do clã Hihn. Como arqueólogo amador, estudou a ruína de Raltlor, a pirâmide velha que dá nome à vila. Fala o tlavatli com fluência e perfeição, coisa rara entre os senzares de Atlântida e conhece a língua cari com a profundidade de um erudito.

Um de seus apelidos de infância, dado por Tiakat, é Mistonti, que significa "leãozinho" em tlavatli.

{{Revelações sobre o enredo}} Para escapar das pressões da família e de Artás para seguir a carreira militar, Sistu foge de Raltlor em companhia de Tiakat e vai para Atlântis, onde é aceito como aluno no Instituto de Kisharografia e História. Recusa o chamado de Karmó para liderar os exércitos dos deuses senzares maiores contra o escolhido de Raan, Odu Arpá e liberta os dracos aprisionados em suas espadas mágicas. Estes, em troca, lhe oferecem seu sangue, que o transformam num tipo único de vira-peles, um homem-draco. Ao mesmo tempo, o sacrifício das espadas aumenta o poder da deusa Chiuknawat, de quem Sistu se torna aliado tanto contra os deuses tradicionais quanto contra Raan. Após a vitória, Sistu se casa com Tiakat e Tjurmyen e extraoficialmente também com Beletsunu. Vem a ter nove filhos. {{Fim das revelações sobre o enredo}}.

Árvore genealógica de Sistu

As cores diferentes representam diferentes gerações. O nome em itálico e a letra A junto ao símbolo do sexo indicam membros da família Akós; nome em letras regulares e a letra T junto ao signo do sexo indicam os integrantes da família Temtés.


Lontlu
T♂
 
Farfá
A♀
Kalked
A♂
 
Kinbó
T♀
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Longon
A♂
 
Keskê
T♀
Sotás
T♂
 
Katkan
A♀
Jariô
T♂
 
Tubé
A♀
Adzi
A♂
 
Ruhen
T♀
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sannó
T♀
Moam
T♂
 
Ziriá
A♀
Gensam
A♂
Kalfis
A♀
 
 
 
 
Hentlam
T♂
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tlamsó
T♀
Sistu
T♂
Artás
A♀
Minnó
A♀