Ahrké

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Ahrké, é uma mulher, leahrké (neste sentido, aproximadamente equivalente a hetaira da Grécia antiga ou à oiran do Japão feudal) ou homem, nenahrké, que combina a oferta de prazeres sexuais, artísticos, intelectuais e sentimentais. São geralmente versadas em dança, música, poesia, literatura e terapias físicas e mentais. Tem uma função cultural reconhecida e seu papel social é completamente diferente do de dlohké (prostituta(o) comum), kemké (pessoas que vendem sexo ocasionalmente), kalké (cortesã(o), prostituta(o) de luxo), sinké (cortesã/o sagrada ou hieródula(o)), ou konké (prostituta(o) estatal, vivandeira).

Ahrkés tipicamente têm altos rendimentos e obtêm um estatuto elevado na sociedade atlante, frequentemente chegando a ser correntes-de-ouro. Geralmente trabalham e atendem em ambientes especiais, junto a suas próprias residências. O atendimento envolve no mínimo um dia de preparação e outro de atendimento, incluindo refeições, bebida, entretenimento e decoração personalizados. O preço é arbitrado segundo critérios pessoais do ou da ahrké, mas gira em torno de 100 ases na maioria dos casos. No extremo da sofisticação, chega-se a 10.000 ases, nestes casos envolvendo uma equipe de músicos, dançarinas, cozinheiros e auxiliares. Cerca de 3 mil ahrkés vivem em Atlântis e outro tanto no interior de Atlântida.

É costume ahrké colocar à porta da casa uma bandeirinha vermelha para indicar prontidão para receber, branca quando se está atendendo e preta quando se está em casa mas não disponível.