Beletsunu

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Beletsunu bintu Ubar (arte de Mariana Lopes Fogo)

Beletsunu bintu Ubar é uma jovem hinciós cari, filha dos falecidos Ubar e Ninsunu. No início de 2702 dFA é a mais prestigiada e cara hetaira da província de Rasab. Sua fama atrai clientes de um raio de centenas de estádios e, às vezes, de terras distantes e a tornou a mulher mais rica da vila de Raltlor. A sociedade atlante não estigmatiza sua profissão, mas por falta de ligações familiares - seus pais estão mortos e sua única parente próxima na província é sua irmã mais velha, Ahatsunu - Beletsunu não detém influência política proporcional à sua prosperidade material e leva uma vida relativamente solitária.

De estatura média, cabelo negro e ondulado, pele branca e olhos grandes e negros, é bela e voluptuosa e tem curvas generosas. Carismática e extremamente criativa, sempre supera as expectativas dos clientes.

Na adolescência, Beletsunu foi a primeira namorada estável de Sistu, que lhe deu o apelido de Siassiá, "Linda-Linda", em senzar. Decidiu tornar-se hetaira mais tarde, fascinada pelas histórias de Glukera, Uhulah e Korin, a que teve acesso em suas leituras.

{{Revelações sobre o enredo}} Ao saber da vitória da revolução na capital e do papel que nela teve Sistu, Beletsunu e Ahatsunu decidem deixar Raltlor e se estabelecerem na Comuna de Atlântis. Beletsunu compra um casarão no qual ela e seus amigos formam uma comunidade pluralista e multirracial conhecida como Beletsunuló, "teto de Beletsunu". Compra também as ruínas do antigo mercado de escravos, que em sociedade com Tjurmyen reconstrói como o teatro Nova Atlântis. Mais tarde, cria também uma escola de artes sexuais, a primeira do gênero aberta a não profissionais. Embora não se case formalmente, se torna uma companheira de fato de Sistu e tem com ele uma filha, Amata, e um filho. {{Fim das revelações sobre o enredo}}.