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}}Daitya é uma grande ilha tropical ao sul do arquipélago atlante, um domínio do Imperador de [[Atlântida]] e não propriamente um membro da federação da ilha de [[Rutá]], mas pela sua importância e relativa autonomia política é às vezes considerada como o 11º reino do Império. O poder é dividido entre o vice-rei designado pelo Imperador de Atlântida, que é responsável pela defesa e pela coleta de impostos e normalmente um senzar; o grão-mestre da guilda dos mercadores de [[Társis]], geralmente um cari; e o grão-mestre da guilda dos magos, geralmente um fomori.
  
A elite de Daytia é conservadora, preserva a cultura, a religião e as técnicas mágicas do extinto império acadiano e dá pouco valor às novas idéias trazidas de Atlântida. Seu povo tem a fama de ser avarento, mas competente e honrado nos negócios. Daytia é um dos principais centros financeiros do Império Atlante e possui instituições de crédito que têm contatos (geralmente através dos mercadores kharis) com todas as partes do mundo. Suas reservas de ouro só perdem em opulência para o tesouro do próprio [[Vatar]].
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A elite de Daytia é conservadora, preserva a cultura, a religião e as técnicas mágicas do extinto [[Império Cari]] e dá pouco valor às novas idéias trazidas de Atlântida. Seu povo tem a fama de ser avarento, mas competente e honrado nos negócios. Daytia é um dos principais centros financeiros do [[Império Atlante]] e possui instituições de crédito que têm contatos (geralmente através dos mercadores [[caris]]) com todas as partes do mundo. Suas reservas de ouro só perdem em opulência para o tesouro do próprio [[Casal Imperial]].
  
O interior continua em grande parte selvagem, pouco acessível e habitado por povos primitivos.
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A ilha de Daytia tem 350 mil quilômetros quadrados e vinte milhões de habitantes. Dela depende, administrativamente, a ilha de Mayda, muito mais selvagem, pouco acessível e habitada por grandes répteis e povos primitivos, com 1,7 milhão de quilômetros quadrados e cerca de 1,5 milhão de habitantes, na maioria [[ziaans]] e [[lems]]. Apenas alguns enclaves do litoral são de fato controlados pelo Império e servem principalmente como base de expedições para captura de escravos.
  
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Edição atual tal como às 15h59min de 20 de janeiro de 2011

Daitya
Daitya.gif
Também conhecido como:
Társis
População:
21.500.000 habitantes
Área:
2.050.000 km²
Grupos étnicos:
fomoris (50%), caris (25%), senzares (10%), tlavatlis (10%), ziaans e lems (5%).
Capital:
População da capital:
2.355.000 habitantes

Daitya é uma grande ilha tropical ao sul do arquipélago atlante, um domínio do Imperador de Atlântida e não propriamente um membro da federação da ilha de Rutá, mas pela sua importância e relativa autonomia política é às vezes considerada como o 11º reino do Império. O poder é dividido entre o vice-rei designado pelo Imperador de Atlântida, que é responsável pela defesa e pela coleta de impostos e normalmente um senzar; o grão-mestre da guilda dos mercadores de Társis, geralmente um cari; e o grão-mestre da guilda dos magos, geralmente um fomori.

A elite de Daytia é conservadora, preserva a cultura, a religião e as técnicas mágicas do extinto Império Cari e dá pouco valor às novas idéias trazidas de Atlântida. Seu povo tem a fama de ser avarento, mas competente e honrado nos negócios. Daytia é um dos principais centros financeiros do Império Atlante e possui instituições de crédito que têm contatos (geralmente através dos mercadores caris) com todas as partes do mundo. Suas reservas de ouro só perdem em opulência para o tesouro do próprio Casal Imperial.

A ilha de Daytia tem 350 mil quilômetros quadrados e vinte milhões de habitantes. Dela depende, administrativamente, a ilha de Mayda, muito mais selvagem, pouco acessível e habitada por grandes répteis e povos primitivos, com 1,7 milhão de quilômetros quadrados e cerca de 1,5 milhão de habitantes, na maioria ziaans e lems. Apenas alguns enclaves do litoral são de fato controlados pelo Império e servem principalmente como base de expedições para captura de escravos.

História

Daitya foi colonizada por fomoris desde cerca de 500 aFA, que gradualmente escravizaram e quase extinguiram os lems e ziaans que originalmente povoaram a ilha. Por volta de 1 dFA, a ilha foi conquistada e ocupada por invasores do Império Cari, que submeteram a população original. Durante o auge do império, entre 500 dFA e 1500 dFA, a ilha tornou-se um dos mais importantes centros comerciais e militares do seu império e Társis, a capital de todos os seus domínios ocidentais, espalhados pelas ilhas e litorais do Mar de Varjá e Mar de Muxan.

Em 1538 dFA, depois que a Guerra da Sucessão Cari levou ao colapso o poder imperial sobre a região, Daitya foi anexada pelo Império Tlavatli, que a ocupara alguns anos antes. Seu domínio durou pouco, porém: uma série de conflitos internos enfraqueceram os tlavatlis e em 1616 dFA a ilha se declarou independente sob o governo de uma dinastia de magos fomoris. Os caris continuaram a responder pela maior parte do comércio exterior, pois conservavam os contatos comerciais que eram a chave da prosperidade da ilha.

Em 2120 dFA a já poderosa Atlântida fez de Daitya o primeiro alvo de sua expansão imperial no ultramar. Ante a imensa superioridade naval e militar do inimigo, os fomoris negociaram rapidamente uma rendição que lhes permitiu compartilhar o governo com o vice-rei atlante e conservar a prosperidade comercial da ilha e de sua capital Társis.