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De Crônicas de Atlântida - Wiki
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Em '''[[Crônicas de Atlântida: o tabuleiro dos deuses]]''', romance de estreia de [[Antonio Luiz M. C. Costa]], editor e colunista na revista '''[http://www.cartacapital.com.br/blogs/antonio-luiz CartaCapital]''', os deuses começaram mais uma partida de um jogo milenar secreto no qual o mundo fantástico de Kishar é o tabuleiro e os heróis humanos seus peões. Mas até eles serão surpreendidos com o desenrolar dos acontecimentos, pois novos jogadores se intrometem para mudar as regras e virar a mesa, enquanto as peças se rebelam e querem decidir seus próprios destinos.<br><br>Baseada em diversas fontes, como os escritos de Platão e referências esotéricas, a reconstrução da lendária Atlântida é de um detalhamento impressionante, e a viagem do leitor enquanto acompanha as descobertas da sensual xamã Tiakat, do idealista guerreiro Sistu e da exótica e talentosa Tjurmyen será inesquecível.<br><br>Para esse triângulo amoroso, a fantástica capital e seus segredos será uma rede que os envolverá nas mais altas intrigas em um mundo no qual a magia, a religião e a ciência andam de mãos dadas. A capital de Atlântida será o palco de um conflito em que uma era será decidida, mas que pode significar o fim de um legado de desenvolvimento nunca atingido entre todas as raças humanoides.<br><br> '''Resenhas''': [http://livrosdefantasia.com.br/2014/01/16/cronicas-de-atlantida-o-tabuleiro-dos-deuses/ De '''Melissa de Sá'''] [http://www.skoob.com.br/estante/livro/9495840 De '''Alliah Art'''] [http://www.skoob.com.br/estante/resenha/10765635 De '''Vinicius Takaki'''] [http://www.entrandonumafria.com.br/2012/05/resenha-cronicas-de-atlantida-o.html Do blog '''Entrando numa Fria'''][http://www.youtube.com/watch?v=OWy8NO_IPb0 Da '''Cabine Literária''' (em vídeo)]
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Em '''[[Crônicas de Atlântida: o tabuleiro dos deuses]]''', romance de estreia de [[Antonio Luiz M. C. Costa]], editor e colunista na revista '''[http://www.cartacapital.com.br/blogs/antonio-luiz CartaCapital]''', Atlântida é uma terra rica e civilizada, dona de um vasto império, de segredos mágicos e científicos sem igual e de uma ampla diversidade étnica e cultural. No seu interior, uma próspera família do povo dominante senzar, de olhos rasgados e pele cor de cobre, se orgulha há gerações de fornecer jovens oficiais para seus poderosos exércitos, mas o jovem Sistu rompe com a família e a tradição. Ao lado de sua amiga Tiakat, astuta xamã do povo negro tlavatli, parte para a capital, onde espera seguir sua vocação de intelectual pacifista. Ali conhecem a talentosa barda oriental Tjurmyen e essa refugiada de um terrível massacre em sua terra natal os faz rever suas ideias, seu relacionamento e seus desejos.
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Esse não é o maior dos seus problemas, pois os deuses têm outros planos para a dupla. Começaram mais uma partida de um jogo milenar secreto no qual o mundo é o tabuleiro e os humanos seus peões. Mas até eles serão surpreendidos com o desenrolar dos acontecimentos, pois suas peças tentarão decidir seus próprios destinos e novos jogadores se intrometerão para virar a mesa e pôr em perigo a existência da terra e dos povos que os veneram.<br><br> '''Resenhas''': [http://livrosdefantasia.com.br/2014/01/16/cronicas-de-atlantida-o-tabuleiro-dos-deuses/ De '''Melissa de Sá'''] [http://www.skoob.com.br/estante/livro/9495840 De '''Alliah Art'''] [http://www.skoob.com.br/estante/resenha/10765635 De '''Vinicius Takaki'''] [http://www.entrandonumafria.com.br/2012/05/resenha-cronicas-de-atlantida-o.html Do blog '''Entrando numa Fria'''][http://www.youtube.com/watch?v=OWy8NO_IPb0 Da '''Cabine Literária''' (em vídeo)]
 
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Em '''[[Crônicas de Atlântida: o olho de Agarta]]''', continuação da série, Agarta é um império orgulhoso onde só os mais fortes se destacam. Quando ocorre um encontro casual entre Vasu, guerreiro agartiano, e Tlalpan, uma aventureira atlante, isso pode trazer consequências que mudarão o destino de vastos impérios.
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Em '''[[Crônicas de Atlântida: o olho de Agarta]]''', continuação da série, Agarta é um império orgulhoso de gente loura e Vasu é um jovem da sua arrogante casta guerreira, doutrinada na crença em sua própria superioridade racial e seu direito divino a dominar o mundo. Seu maior desejo é servir à pátria, mas o mais premente é conquistar as atenções da bela Madhavi. Para isso é tão inábil quanto é bem-dotado nas artes militares e precisará das lições da pequena Bakri, serva oriental da família.  
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Uma geração após os acontecimentos de ''Crônicas de Atlântida: o tabuleiro dos deuses'', ambiciosos comandantes militares de Agarta, a petulante valquíria Madhavi, a humilde serva Bakri, a orgulhosa capitã acaia Lúsia e o retorno de figuras conhecidas da saga atam os nós dessa trama épica e amorosa na qual culturas e panteões rivais se enfrentam por ideais divergentes de poder e justiça.
 
  
À reconstituição da lendária Atlântida somam-se a da utópica República de Platão e a de Agartha ou Shambhala, fantasiada por ocultistas do século XIX como um misto da Asgard nórdica e da Ayodhya hindu. O resultado é um cenário imaginativo e original, no qual grandeza e mesquinharia residem lado a lado.<br><br>
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Sua desajeitada vida amorosa e sua promissora carreira militar estão destinadas a cruzar caminhos com Tlalpan, aventureira da distante e misteriosa Atlântida e a sua namorada Lúsia de Calípolis, guerreira de uma pequena república ciosa de sua independência e de seus valores. As consequências desse encontro casual, uma geração após os acontecimentos de Crônicas de Atlântida: o Tabuleiro dos Deuses, mudam o destino de vastos impérios e trazem de volta figuras da primeira parte da saga para atar os nós dessa trama épica e amorosa na qual culturas e panteões rivais se enfrentam por ideais divergentes de poder e justiça.<br><br>
 
'''Resenhas''': [http://www.ficcoeshumanas.com/livros/dicas-as-cronicas-de-atlantida-vol-2-o-olho-de-agarta-de-antonio-luiz-m-c-costa De '''Ficções Humanas''']
 
'''Resenhas''': [http://www.ficcoeshumanas.com/livros/dicas-as-cronicas-de-atlantida-vol-2-o-olho-de-agarta-de-antonio-luiz-m-c-costa De '''Ficções Humanas''']
 
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Edição das 18h18min de 1 de julho de 2016

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Em Crônicas de Atlântida: o tabuleiro dos deuses, romance de estreia de Antonio Luiz M. C. Costa, editor e colunista na revista CartaCapital, Atlântida é uma terra rica e civilizada, dona de um vasto império, de segredos mágicos e científicos sem igual e de uma ampla diversidade étnica e cultural. No seu interior, uma próspera família do povo dominante senzar, de olhos rasgados e pele cor de cobre, se orgulha há gerações de fornecer jovens oficiais para seus poderosos exércitos, mas o jovem Sistu rompe com a família e a tradição. Ao lado de sua amiga Tiakat, astuta xamã do povo negro tlavatli, parte para a capital, onde espera seguir sua vocação de intelectual pacifista. Ali conhecem a talentosa barda oriental Tjurmyen e essa refugiada de um terrível massacre em sua terra natal os faz rever suas ideias, seu relacionamento e seus desejos.


Esse não é o maior dos seus problemas, pois os deuses têm outros planos para a dupla. Começaram mais uma partida de um jogo milenar secreto no qual o mundo é o tabuleiro e os humanos seus peões. Mas até eles serão surpreendidos com o desenrolar dos acontecimentos, pois suas peças tentarão decidir seus próprios destinos e novos jogadores se intrometerão para virar a mesa e pôr em perigo a existência da terra e dos povos que os veneram.

Resenhas: De Melissa de Sá De Alliah Art De Vinicius Takaki Do blog Entrando numa FriaDa Cabine Literária (em vídeo)

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Em Crônicas de Atlântida: o olho de Agarta, continuação da série, Agarta é um império orgulhoso de gente loura e Vasu é um jovem da sua arrogante casta guerreira, doutrinada na crença em sua própria superioridade racial e seu direito divino a dominar o mundo. Seu maior desejo é servir à pátria, mas o mais premente é conquistar as atenções da bela Madhavi. Para isso é tão inábil quanto é bem-dotado nas artes militares e precisará das lições da pequena Bakri, serva oriental da família.


Sua desajeitada vida amorosa e sua promissora carreira militar estão destinadas a cruzar caminhos com Tlalpan, aventureira da distante e misteriosa Atlântida e a sua namorada Lúsia de Calípolis, guerreira de uma pequena república ciosa de sua independência e de seus valores. As consequências desse encontro casual, uma geração após os acontecimentos de Crônicas de Atlântida: o Tabuleiro dos Deuses, mudam o destino de vastos impérios e trazem de volta figuras da primeira parte da saga para atar os nós dessa trama épica e amorosa na qual culturas e panteões rivais se enfrentam por ideais divergentes de poder e justiça.

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Para a lenda original de Atlântida:


Esta enciclopédia apresenta os povos, deuses, países, línguas e costumes do planeta Kishar, cenário da série Crônicas de Atlântida, e propõe uma viagem por esse mundo imaginário, inspirado em uma combinação de mitos antigos e modernos, história antiga e fantasias pessoais do autor, Antonio Luiz M. C. Costa.

Comece o passeio por algum dos temas ao lado, mergulhe numa PÁGINA ALEATÓRIA entre as 1 060 desta enciclopédia, conheça esta Atlântida ficcional, sua capital Atlântis e as demais grandes nações deste universo ficcional.


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Império Atlante Agarta Império Mugal Acaia Ofir
Barria.gif Airia.gif Barata.gif Jambu.gif Avalon.gif
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