Pekenan

De Crônicas de Atlântida - Wiki
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Pekenan é um cordão feito com fibras da peantás e presas da quifur que envolve a cintura das mulheres atlantes, frequentemente com algum tipo de enfeite que cobre a vulva.

Em toda a Atlântida e também na maior parte do império, as meninas começam a usá-lo na puberdade e só os tiram se querem engravidar ou já se consideram idosas o suficiente para dispensá-lo. Tem dupla finalidade: por um lado, é um profilático contra doenças sexualmente transmissíveis e um anticoncepcional quase infalível. Por outro, embora seja inofensivo a mulheres e crianças, condena a uma morte lenta e dolorosa qualquer homem feito que se encoste a ele contra a vontade da dona, mesmo por trás de roupas ou com algum instrumento. Mesmo armado, um candidato a estuprador teria de pensar duas vezes antes de tentar obrigar uma mulher a tirá-lo: bastaria a ela açoitá-lo de leve com o pekenan e seu destino estaria selado.

As servas e escravas no papel de concubinas, bem como as kemké, geralmente usam o xedli pekenan, uma versão "desdentada" do pekenan que, embora tenha efeitos profiláticos e anticoncepcionais, não representa risco aos homens. As prostitutas usam uma versão mais sofisticada do xedli pekenan, conhecida como gorpekenan (pekenan da Guilda).

O costume é estranho à maioria das terras fora do Império Atlante e em Agarta até a menção à sua existência é proibida, mas pekenans importados de Atlântida começam a ser vistos em Acaia e Bárria.