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Crônicas de Atlântida

De Wiki - Crônicas de Atlântida

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(Crônicas de Atlântida: o olho de Agarta)
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Agarta é o cenário principal. Sua descrição se baseia quase inteiramente na sua versão teosófica, principalmente nos capítulos XIV a XXI de “O Homem: donde e como veio, e para onde vai?”, obra supostamente clarividente de Annie Besant e C. W. Leadbeater, publicada originalmente em 1913. Neles está presente um clima autoritário, racista e mesmo protonazista, com a exaltação da “Quinta Raça-Raiz” (“ária”) e o desprezo pelos demais povos e em especial pelo luxo, sofisticação, conforto e individualismo orgulhoso dos atlantes da “Quarta Raça-Raiz”. Afirma-se categoricamente, por exemplo, que:
Agarta é o cenário principal. Sua descrição se baseia quase inteiramente na sua versão teosófica, principalmente nos capítulos XIV a XXI de “O Homem: donde e como veio, e para onde vai?”, obra supostamente clarividente de Annie Besant e C. W. Leadbeater, publicada originalmente em 1913. Neles está presente um clima autoritário, racista e mesmo protonazista, com a exaltação da “Quinta Raça-Raiz” (“ária”) e o desprezo pelos demais povos e em especial pelo luxo, sofisticação, conforto e individualismo orgulhoso dos atlantes da “Quarta Raça-Raiz”. Afirma-se categoricamente, por exemplo, que:
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*''"Rigor, reserva e dureza caracterizavam a política dos arianos em relação aos estrangeiros. Eles se mantinham em dignificada reserva, sem jamais dar-lhes consideração especial nem admiti-los no interior de suas casas, mas apenas recebendo-os no pátio externo. Havia casas e pátios separados para hospedagem das eventuais caravanas de mercadores e embaixadores de outras nações. Eram recebidos com hospitalidade e cortesia formais, mas tratados sempre com uma reserva inalterável que assinala uma barreira intransponível (…)<br>Não havia jornais, nem qualquer meio de informação pública além do Estado, que mantém um escritório de informação geral onde os cidadãos qualificados podem procurar as notícias que lhe interessarem. Não era costume dar-lhes publicidade generalizada".''
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*''"Rigor, reserva e dureza caracterizavam a política dos arianos em relação aos estrangeiros. Eles se mantinham em dignificada reserva, sem jamais dar-lhes consideração especial nem admiti-los no interior de suas casas, mas apenas recebendo-os no pátio externo. Havia casas e pátios separados para hospedagem das eventuais caravanas de mercadores e embaixadores de outras nações. Eram recebidos com hospitalidade e cortesia formais, mas tratados sempre com uma reserva inalterável que assinala uma barreira intransponível (…)<br><br> Não havia jornais, nem qualquer meio de informação pública além do Estado, que mantém um escritório de informação geral onde os cidadãos qualificados podem procurar as notícias que lhe interessarem. Não era costume dar-lhes publicidade generalizada".''
Esses e outros traços foram desenvolvidos com mais detalhes no romance, que os complementou com outros tomados emprestados da antiga Esparta, principalmente na organização da educação, da servidão e da polícia secreta e na ausência de muralhas. As “sub-raças” céltica, árabe, iraniana, teutônica e “raiz troncal”, que segundo Besant e Leadbeater foram especialmente selecionadas antes de se dispersarem pelo mundo , nas cinco castas agartis: yavanas, arabayas, pardhavas, tautas e sindhus, em ordem de prestígio crescente. Como na descrição de Besant e Leadbeater, a civilização de “O Olho de Agarta” fala uma língua parecida com o sânscrito e o protagonista leva um dos dois nomes especificamente citados pelos dois teósofos como de moradores da capital: Vasukhya, apelidado Vasu.
Esses e outros traços foram desenvolvidos com mais detalhes no romance, que os complementou com outros tomados emprestados da antiga Esparta, principalmente na organização da educação, da servidão e da polícia secreta e na ausência de muralhas. As “sub-raças” céltica, árabe, iraniana, teutônica e “raiz troncal”, que segundo Besant e Leadbeater foram especialmente selecionadas antes de se dispersarem pelo mundo , nas cinco castas agartis: yavanas, arabayas, pardhavas, tautas e sindhus, em ordem de prestígio crescente. Como na descrição de Besant e Leadbeater, a civilização de “O Olho de Agarta” fala uma língua parecida com o sânscrito e o protagonista leva um dos dois nomes especificamente citados pelos dois teósofos como de moradores da capital: Vasukhya, apelidado Vasu.

Edição de 01h39min de 19 de Março de 2015

Crônicas de Atlântida é uma série constituída pelo romance Crônicas de Atlântida: o tabuleiro dos deuses e eventuais sequências e pelos contos "Louco por um Feitiço", publicado em Eclipse ao Pôr do Sol e outros contos fantásticos; "Agora pode ser contado", publicado na coletânea Fantasias Urbanas, "Glicínias Suspensas", publicado na coletânea Erótica Fantástica (volume 1) e "O recrutamento da mulher-dragão", publicado na coletânea Dragões.

Tabela de conteúdo

Crônicas de Atlântida: o tabuleiro dos deuses

Numa vila do interior, Tiakat, xamã aprendiz, se gradua com louvor e decide mudar sua vida. A família de Sistu, seu melhor amigo, quer que ele seja um dos corajosos guerreiros dos quais o Império Atlante precisa para manter seu domínio sobre metade do planeta, mas ele sonha com uma carreira científica na capital. Por que não irem juntos?

Do ponto de vista antropológico e geográfico, o cenário deste romance é baseada numa combinação do cânone de Platão, o Timeu e o Crítias, com a concepção teosófica da Atlântida, tal como exposta em Atlântida e Lemúria, Continentes Desaparecidos de W. Scott-Elliot e O Homem: donde e como veio, e para onde vai?, de Annie Besant e C. W. Leadbeater. Uns poucos detalhes foram tomados de outras obras esotérica sobre a Atlântida - por exemplo, o uso de cristais mágicos vem de Um Habitante de Dois Planetas, do médium estadunidense Frederick S. Oliver (cerca de 1886).

Deve-se ressaltar, porém, que esta não é de forma alguma uma obra espiritualista ou esotérica. Pelo contrário, trata-se de pura ficção e tudo que se refere a raças, culturas, política e economia foi fortemente reinterpretado pelo ângulo da literatura especulativa, que neste caso joga principalmente com fantasia, política, antropologia e ciências sociais. Em particular, foram alterados os nomes da maioria das raças. As obras teosóficas usam nomes de povos reais, mas na maioria das vezes decidiu-se alterá-los porque as características que lhes foram atribuídas por esses autores não correspondem às desses povos tais como conhecidos na história real, o que poderia confundir os leitores. A correspondência, grosso modo, é a seguinte:

Sinopse

Em Crônicas de Atlântida – O tabuleiro dos deuses, romance de estreia de Antonio Luiz M. C. Costa, editor e colunista na revista CartaCapital, os deuses começaram mais uma partida de um jogo milenar secreto no qual o mundo fantástico de Kishar é o tabuleiro e os heróis humanos seus peões. Mas até eles serão surpreendidos com o desenrolar dos acontecimentos, pois novos jogadores se intrometem para mudar as regras e virar a mesa, enquanto as peças se rebelam e querem decidir seus próprios destinos.

Baseada em diversas fontes, como os escritos de Platão e referências esotéricas, a reconstrução da lendária Atlântida é de um detalhamento impressionante, e a viagem do leitor enquanto acompanha as descobertas da sensual xamã Tiakat, do idealista guerreiro Sistu e da exótica e da talentosa Tjurmyen será inesquecível.

Para esse triângulo amoroso, a fantástica capital e seus segredos será uma rede que os envolverá nas mais altas intrigas em um mundo no qual a magia, a religião e a ciência andam de mãos dadas. A capital de Atlântida será o palco de um conflito em que uma era será decidida, mas que pode significar o fim de um legado de desenvolvimento nunca atingido entre todas as raças humanoides.

Palestra de lançamento do livro

Falando sobre Atlântida

Ficha Técnica

  • Autor: Antonio Luiz M. C. Costa
  • ISBN: 978-85-62942-13-6
  • Gênero: Literatura fantástica
  • Formato: 14cm x 21cm
  • Páginas: 472 em preto e branco, papel pólen bold 90g
  • Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm
  • Preço de capa: R$ 59,90
  • Disponível em: 15/03/2011

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Crônicas de Atlântida: o olho de Agarta

Em Xambala, capital do Império Agarti, um competente cadete da casta Tauta, prestes a atingir a maioridade, enfrenta dificuldades com sua timidez em relação às mulheres e sua mãe lhe dá uma sugestão embaraçosa. Enquanto isso, em Pótnias Calípolis, capital de Acaia, uma esperta e atrevida espiã atlante tem um caso com a capitã da escolta de uma caravana que se dirige a Agarta. O que acontecerá?

Agarta é o cenário principal. Sua descrição se baseia quase inteiramente na sua versão teosófica, principalmente nos capítulos XIV a XXI de “O Homem: donde e como veio, e para onde vai?”, obra supostamente clarividente de Annie Besant e C. W. Leadbeater, publicada originalmente em 1913. Neles está presente um clima autoritário, racista e mesmo protonazista, com a exaltação da “Quinta Raça-Raiz” (“ária”) e o desprezo pelos demais povos e em especial pelo luxo, sofisticação, conforto e individualismo orgulhoso dos atlantes da “Quarta Raça-Raiz”. Afirma-se categoricamente, por exemplo, que:

  • "Rigor, reserva e dureza caracterizavam a política dos arianos em relação aos estrangeiros. Eles se mantinham em dignificada reserva, sem jamais dar-lhes consideração especial nem admiti-los no interior de suas casas, mas apenas recebendo-os no pátio externo. Havia casas e pátios separados para hospedagem das eventuais caravanas de mercadores e embaixadores de outras nações. Eram recebidos com hospitalidade e cortesia formais, mas tratados sempre com uma reserva inalterável que assinala uma barreira intransponível (…)

    Não havia jornais, nem qualquer meio de informação pública além do Estado, que mantém um escritório de informação geral onde os cidadãos qualificados podem procurar as notícias que lhe interessarem. Não era costume dar-lhes publicidade generalizada".

Esses e outros traços foram desenvolvidos com mais detalhes no romance, que os complementou com outros tomados emprestados da antiga Esparta, principalmente na organização da educação, da servidão e da polícia secreta e na ausência de muralhas. As “sub-raças” céltica, árabe, iraniana, teutônica e “raiz troncal”, que segundo Besant e Leadbeater foram especialmente selecionadas antes de se dispersarem pelo mundo , nas cinco castas agartis: yavanas, arabayas, pardhavas, tautas e sindhus, em ordem de prestígio crescente. Como na descrição de Besant e Leadbeater, a civilização de “O Olho de Agarta” fala uma língua parecida com o sânscrito e o protagonista leva um dos dois nomes especificamente citados pelos dois teósofos como de moradores da capital: Vasukhya, apelidado Vasu.

O segundo novo cenário é Pótnias Calípolis, baseada na Atenas mítica dos diálogos Timeu e Crítias de Platão e na Calípolis de A República. A maior parte dos que se interessam pelo mito de Atlântida esquece completamente de que ele é precedido da descrição da Atenas lendária de Platão, que teria coexistido com Atlântida nove mil anos antes da Atenas clássica de sua época, por mais que esta seja igualmente fundamental para o entendimento da fábula. Sinal de que o filósofo falhou em seu propósito didático: fascinados pelas maravilhas naturais e arquitetônicas que Platão atribuiu à Atlântida, os leitores deixaram de tirar a pretendida lição de ética e política: sonharam com a supostamente corrupta, luxuosa e imperialista Atlântida e esqueceram a pequena, sóbria e virtuosa Atenas que em seu relato sai vitoriosa. Nessa cidade, em forte contraste com a situação na Atenas real, homens e mulheres tinham direitos e deveres iguais, inclusive em relação à guerra: a representação de Atena armada seria uma lembrança disso. Enquanto a maioria dos cidadãos trabalhava no campo ou nos ofícios, a classe dos guerreiros vivia à parte, possuindo em comunidade tudo o que necessitava para viver e recebendo dos demais cidadãos o sustento necessário para proteger a cidade.

Platão acrescenta que desempenhavam todas as funções que descrevera ao falar dos “guardiães que havíamos imaginado” na cidade ideal proposta no diálogo A República, que em algumas passagens Sócrates chama de Calípolis, “Cidade Bela”. Os melhores dentre a classe dos guardiães, ou guerreiros, eram escolhidos para serem os arcontes, ou governantes. Depois de completarem o estudo de ginástica e música dado a todos, estudavam filosofia por cinco anos e depois retornavam à vida militar por quinze anos para, aos 50 anos, entrar na classe governante e passar a ter no poder sua única posse.

Sinopse

Agarta é um império orgulhoso onde só os mais fortes se destacam. Quando ocorre um encontro casual entre Vasu, guerreiro agartiano, e Tlalpan, uma aventureira atlante, isso pode trazer consequências que mudarão o destino de vastos impérios.

Uma geração após os acontecimentos de Crônicas de Atlântida – o tabuleiro dos deuses, ambiciosos comandantes militares de Agarta, a petulante valquíria Madhavi, a humilde serva Bakri, a orgulhosa capitã acaia Lúsia e o retorno de figuras conhecidas da saga atam os nós dessa trama épica e amorosa na qual culturas e panteões rivais se enfrentam por ideais divergentes de poder e justiça.

À reconstituição da lendária Atlântida somam-se a da utópica República de Platão e a de Agartha ou Shambhala, fantasiada por ocultistas do século XIX como um misto da Asgard nórdica e a Ayodhya hindu. O resultado é um cenário imaginativo e original, no qual grandeza e mesquinharia residem lado a lado.

Ficha Técnica

  • Autor: Antonio Luiz M. C. Costa
  • ISBN: 978-85-8243-076-7
  • E-ISBN: 978-85-8243-077-4
  • Gênero: Literatura fantástica
  • Formato: 14cm x 21cm
  • Páginas: 408
  • Preço de capa: R$59,90 (papel)
  • R$ 24,90 (e-book)

Louco por um Feitiço

"Louco por um Feitiço" é o terceiro de seis contos da antologia Eclipse ao Pôr do Sol e outros contos fantásticos. Seu protagonista é Tanis, um dos personagens secundários de O tabuleiro dos deuses que, nessa história ambientada perto de Raltlor, quatro anos antes dos acontecimentos do romance, contracena com Tiakat.

Sinopse de Eclipse ao Pôr do Sol

Atenção, senhores passageiros: para sua segurança, preste atenção a estas recomendações. Nestes seis contos, viajarão da Antiguidade Clássica ao Século XXI, com escalas no Portugal da Renascença, no Brasil do Segundo Reinado e nas míticas Asgard e Atlântida. E não será dessas excursões nas quais se olha as paisagens pela janela do ônibus com ar condicionado, deixando as lorotas do guia entrarem por um ouvido e saírem pelo outro enquanto deglutem seus refrigerantes e batatas fritas. Este é um turismo de aventura.

Se quiserem entender os nativos, terão de ficar atentos, pois eles falam com seus sotaques nativos, não na língua dos âncoras da tevê. Precisarão desembarcar em solos estranhos e achar o caminho com os próprios pés. Em compensação, serão recebidos por deuses e ninfas e conhecerão grandes vates e bardos. Caso se atrevam, terão a oportunidade de partilhar o leito com tórridas ou tórridos amantes. Mas com uma coisa não precisam se preocupar: não se perderão em quimeras nebulosas, em devaneios insinceros. Esta caixa contém meia dúzia de pílulas meio vermelhas, meio azuis, para se ver realidades com os olhos da fantasia.

Entrevista sobre Eclipse ao Pôr do Sol

Ao site RPG Vale

Contos de Eclipse ao Pôr do Sol

  1. “A Nascente na Serra”
  2. “O Anhanga”
  3. “Louco por um feitiço”
  4. “Papai Noel volta para casa”
  5. “O Cio da Terra”
  6. “Eclipse ao pôr do sol”

Ficha técnica de Eclipse ao Pôr do Sol

  • Autor: Antonio Luiz M. C. Costa
  • ISBN: 978-85-62942-05-1
  • Gênero: Literatura fantástica
  • Páginas: 128 em preto e branco, papel pólen bold 90g
  • Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm
  • Preço de capa: R$ 27,90
  • Disponível desde 15/08/2010

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Agora pode ser contado

Agora pode ser contado é um conto cujos principais eventos se passam em Atlântis, 72 anos antes dos acontecimentos de Crônicas de Atlântida: o tabuleiro dos deuses. Seu protagonista é Kimichin e nele também tem um papel Xikamat, que é uma das personagens secundárias do romance. Foi publicado na antologia Fantasias Urbanas, da Editora Draco.

Contos de Fantasias Urbanas

  1. "O Monge", de José Roberto Vieira
  2. "Heroína", de Tiago Toy
  3. "O Rei-Máquina", de Ana Cristina Rodrigues
  4. "A alma boa de Viens", de Rober Pinheiro
  5. "Onde termina o inferno", de Douglas MCT
  6. "A cidade perdida dos Limps", de Rafael Lima
  7. "Em nome das mães", de Erick S. Cardoso
  8. "Agora pode ser contado", de Antonio Luiz M. C. Costa
  9. "Antropomaquia", de Carlos Orsi

Ficha técnica de Fantasias Urbanas

  • Organizador: Eric Novello
  • ISBN: 978-85-62942-44-0
  • Gênero: Literatura fantástica
  • Páginas: 208
  • Preço de capa: R$ 39,90
  • Disponível desde 15/05/2012

Ligações externas

Apresentação no blog da Editora Draco:

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Em e-book (coletânea completa):

Em e-book (só o conto "Agora pode ser contado"):

Glicínias suspensas

O conto Glicínias suspensas se passa em Atlântis, 58 anos antes dos acontecimentos de Crônicas de Atlântida: o tabuleiro dos deuses. Tem como protagonista a prostituta Tita e dele também participa Kasmin, um dos personagens secundários do romance. Foi publicado no primeiro volume de Erótica Fantástica, coletânea de dois volumes.

Contos de Erótica Fantástica - volume I

  1. “A Melhor Trepada da Cidade”, de Camila Fernandes
  2. “Botão de Rosa”, de Erick Santos Cardoso
  3. “Conto Pseudo-Erótico de Fantasia com Fantasias”, de Felipe Castilho
  4. “A Cópula dos Devoradores de Mundos”, de Estevan Lutz
  5. “A Dança de Shiva”, de Rubem Cabral
  6. “A Ilha dos Amores”, de Ana Cristina Rodrigues
  7. “Glicínias Suspensas”, de Antonio Luiz M. C. Costa
  8. “Melhor Acompanhada”, de Adriana Simon
  9. “Memórias de Alto-Mar”, de Filipe Costa
  10. “Mulher Imperfeita”, de Daniel Dutra
  11. “Portal para o Paraíso do Amor e Prazer”, de Sandra Pinto
  12. “Santíssima Magdalena”, de Lidia Zuin
  13. “Para Agradar Amanda”, de Gerson Lodi-Ribeiro
  14. “Robodisatva”, de Cirilo S. Lemos
  15. “Sexo de Água, uma Mutação Tentadora”, de Valentina Silva Ferreira
  16. “Fêmea Humana”, de Sid Castro

Ficha técnica de Erótica Fantástica 1

  • Organizador: Gerson Lodi-Ribeiro
  • ISBN: 978-85-62942-76-1
  • Gênero: Literatura Erótica – Literatura fantástica
  • Formato: 14 cm x 21 cm
  • Páginas: 320
  • Preço de capa: R$ 54,90 (versão papel)

Ligações externas

Resenha no site Leitura Escrita

Erótica Fantástica - anúncio I

Erótica Fantástica - anúncio II

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Em e-book (só o conto "Glicínias Suspensas")

O recrutamento da mulher-dragão

O conto O recrutamento da mulher-dragão se passa em Karmotis dau e relata uma história 391 anos antes dos acontecimentos de Crônicas de Atlântida: o tabuleiro dos deuses. Tem como protagonista Cemtli, uma jovem zanbastô do exército de Atlântida e dele também participam suas camaradas Saukin e Yoliwani, esta uma irmã de Kopinani, que é uma das personagens secundárias do romance. Será publicado na coletânea Dragões, da Editora Draco.

Contos de Dragões

  1. "O negro" (Albarus Andreos)
  2. "Ninho de dracogrifos" (Alec Silva)
  3. "Operação rastro rubro" (Ana Carolina Pereira)
  4. "O primeiro dia da primavera" (Ana Cristina Rodrigues)
  5. "Salve Jorge" (André Soares Silva)
  6. "O recrutamento da mulher-dragão" (Antonio Luiz M. C. Costa)
  7. "O mais louco dos surrealistas" (Bruno Oliveira Couto)
  8. "Hoffman & Long" (Cirilo S. Lemos)
  9. "Mistérios, mentiras e dragões" (Elsen Pontual Sales Filho)
  10. "Um dragão no porão" (Eduardo Barcelona Alves)
  11. "Devorados" (Erick Santos Cardoso) - editor
  12. "Coronel Mostarda" (Flávio Medeiros Jr.)
  13. "A dama das ameixas" (Karen Alvares)
  14. "Capeta" (Kássia Neves Monteiro)
  15. "Sombra no vale em chama" (Marco Rigobelli) - editor
  16. "O buraco dos malditos" (Pablo Amaral Rebello)

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Em e-book (Coletânea Dragões):

Em e-book (só o conto O Recrutamento da Mulher-Dragão)

Crônicas de Atlântida: o olho de Agarta

Segundo romance da série Crônicas de Atlântida está em fase final de elaboração e conta a história de Vasu, um jovem tauta agarti de Manova que se envolve em complicados dilemas amorosos e políticos.

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