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Festival do Fogo Sagrado

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O '''Festival do Fogo Sagrado''' (''Havyavahana Utsava'', em agarti) é uma festa celebrada em [[Xambala-Manova]] todo Solstício de Verão (correspondente ao dia 1º de Colheitas, no [[Calendário Senzar]]). Uma infinidade de homens, mulheres e crianças marcham em procissão, de manhãzinha, ao longo das ruas que convergiam para o crescente fronteiro à Ponte. Bandeiras ondeiam nos edifícios, flores juncam as ruas, queima-se incenso, o povo veste sedas coloridas, pesadas jóias, ostentando esplêndidos ornamentos de coral e coroas e grinaldas de flores. Marcham tocando pratos de metal e buzinas de chifre.
O '''Festival do Fogo Sagrado''' (''Havyavahana Utsava'', em agarti) é uma festa celebrada em [[Xambala-Manova]] todo Solstício de Verão (correspondente ao dia 1º de Colheitas, no [[Calendário Senzar]]). Uma infinidade de homens, mulheres e crianças marcham em procissão, de manhãzinha, ao longo das ruas que convergiam para o crescente fronteiro à Ponte. Bandeiras ondeiam nos edifícios, flores juncam as ruas, queima-se incenso, o povo veste sedas coloridas, pesadas jóias, ostentando esplêndidos ornamentos de coral e coroas e grinaldas de flores. Marcham tocando pratos de metal e buzinas de chifre.

Edição de 12h27min de 16 de Junho de 2010

Nave do templo principal,no início do Festival do Fogo Sagrado
Nave do templo principal,no início do Festival do Fogo Sagrado

O Festival do Fogo Sagrado (Havyavahana Utsava, em agarti) é uma festa celebrada em Xambala-Manova todo Solstício de Verão (correspondente ao dia 1º de Colheitas, no Calendário Senzar). Uma infinidade de homens, mulheres e crianças marcham em procissão, de manhãzinha, ao longo das ruas que convergiam para o crescente fronteiro à Ponte. Bandeiras ondeiam nos edifícios, flores juncam as ruas, queima-se incenso, o povo veste sedas coloridas, pesadas jóias, ostentando esplêndidos ornamentos de coral e coroas e grinaldas de flores. Marcham tocando pratos de metal e buzinas de chifre.

Ao atravessar a ponte em ordenada sucessão, cessam a música e passam em silêncio entre os templos e vão para nave do templo principal, onde se ergue o grande trono, talhado na rocha viva, incrustado de ouro, ricamente adornado de jóias e coberto de símbolos dourados. À frente do trono há um altar sobre o qual se amontoavam madeiras fragrantes. Acima dele, imenso Sol de ouro, uma meia esfera, projeta-se da parede. No alto da abóbada, o planeta Sukra pende no ar.

Reunido o povo, entram os três supremos dignitários, envergando seus mantos de oficiantes. O sumo-sacerdote, o Guru, coloca-se atrás do imperador, ou Manu; e atrás dele postava-se o primeiro-ministro, o Chauhan.

No ar acima, num semicírculo, vestidos de púrpura e prata, coruscantes, surgem os deuses menores que se mantêm atentos, vigilantes e, próximo do trono, quatro deuses: Parkunas (padroeiro dos guerreiros ou tautas), Pahusan (dos pastores e mercadores, ou parthavas), Napatas (dos camponeses e construtores, ou arabayas) e Valnas (dos poetas e artistas, ou yavanas). Todos os que rodeiam o trono entoavam uma suave invocação para que o deus supremo se junte a eles. De repente, soa uma nota aguda, o Sol de ouro flameja e, abaixo dele, sobre o trono, refulge uma Estrela brilhante. Aparece o senhor supremo da hierarquia, senta-se no trono, e todos se prosterna, caindo sobre os rostos e escondendo os olhos da glória ofuscante de sua presença.

O deus supremo suaviza seu esplendor para que todos possam ver Mavrit (padroeiro da casta sacerdotal ou sindhu) em toda a formosura de sua mocidade imutável e a seus pés a sua irmã e esposa, Hauasa. Ele estende suas mãos para o altar, e o fogo o envolve. Em seguida, desaparece; desvanece-se a Estrela, o Sol de ouro mal brilha, só o Fogo continua a arder. Os sacerdotes, então, reservam fragmentos incandescentes de madeira que são dados em vasos tampados aos sacerdotes, para que os levem a seus templos, e aos administradores distritais, para que os distribuam aos chefes de família de seus distritos.

As procissões tornam a formar-se e vão para a Cidade entre cânticos. Coloca-se o fogo sagrado sobre os altares familiares para acender a chama que têm de conservar viva durante o ano. Aos chefes de família que não tenham podido assistir à cerimônia, permitem acender uma tocha, pois até a cerimônia do ano seguinte não é possível adquirir fogo sagrado para os altares domésticos.

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