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Kwonos

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'''Ralfu Kalkan Kwonos''' é um [[siociós]] mestiço de [[dengu]] e [[senzar]], um mercenário originário de [[Tecité]] que serve como [[bastô]] no exército atlante, sob o comando de [[Arpá]]. ''Kwonos'', "cão", é um nome dengu, enquanto ''Ralfu Kalkan'' é um nome de família senzar.  
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'''Ralfu Kalkan Kwonos''' é um [[zorciós]] mestiço de [[dengu]] e [[senzar]], homem feito e mercenário originário de [[Tecité]] que serve como [[bertô]] no exército atlante, sob o comando de [[Arpá]]. ''Kwonos'', "cão", é um nome dengu, enquanto ''Ralfu Kalkan'' é um nome de família senzar.  
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Filho de concubina [[nuciós]] dengu do [[quanciós]] senzar Ralfu Vegeb Duzam, chefe de uma família de fabricantes de [[veçó]], Kwonos nasceu em Marigweris, vila pesqueira isolado em um promontório do litoral norte de [[Tecité]]. Sua família e comunidade foram completamente destruídas por um tsunami quando ainda era muito pequeno. Kwonos sobreviveu sozinho por pelo menos dois anos, vivendo de raízes, pinhões, mariscos e pequenos animais que caçava junto com uma matilha de cachorros da vila que também sobreviveram, antes de ser encontrado por um guarda florestal senzar, cujo comandante, Ralfu Kalkan Duzam, resolveu alforriar e adotar o menino.
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Filho de Markiela (''Potranca'', em dengu), concubina [[nuciós]] dengu do [[quanciós]] senzar Za Vegeb Tuzam, chefe de uma família dona de terras e de uma serraria, Kwonos nasceu em Waghroklópnis, vila madeireira isolada no norte de [[Tecité]]. Quando ainda era muito pequeno, brincava com cães na encosta da montanha durante um dia de festa quando um terremoto destruiu uma barragem e provocou uma inundação que destruiu su família e comunidade num piscar de olhos. Kwonos sobreviveu sozinho por mais de dois anos, vivendo de raízes, pinhões, mariscos e pequenos animais que caçava junto com os cães, antes de ser encontrado por um guarda florestal senzar, cujo comandante, Ralfu Kalkan Zetfuhn, bastô de uma pequena guarnição militar no porto de Morigwora, resolveu alforriar e adotar o menino.
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Com dificuldade de falar, maus modos caninos resultantes do longo isolamento, Kwonos teve uma infância difícil. Seu medíocre desempenho intelectual foi contrabalançado por um físico impressionante e uma destreza incomum. Sem nascimento adequado nem qualificações suficientes para a academia militar, quis alistar-se como guerreiro de Tecité, mas foi desencorajado pelos preconceitos ali particularmente fortes nesse reino em relação à sua origem mestiça e servil. Decidiu então juntar-se como mercenário ao exército de Atlântida, por ouvir falar que ali os estereótipos pesam menos e um guerreiro estrangeiro pode obter a cidadania depois de 11 anos de serviço militar, com direito a cursar a academia militar se mostrar aptidão prática.
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Kwonos integrava a [[zebás]] de [[Arpá]] quando este se graduou na Academia Militar e chamou sua atenção de Arpá por sua força, coragem e capacidade tática. Apesar de não se mostrar intimidado nem fascinado pelo carisma de Arpá, o comandante o considerou um auxiliar útil e com iniciativa, digno de respeito. Mesmo depois da ascensão meteórica ao posto de [[mentô]], Arpá continua a tê-lo como homem de confiança, encarrega-o de missões difíceis e promete promovê-lo a [[bastô]] assim que possível. No início de 2702 [[dFA]], Kwonos está a apenas dois anos de conseguir a cidadania e o acesso à escola de oficiais.
[[Categoria: Personagens]]
[[Categoria: Personagens]]

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Ralfu Kalkan Kwonos é um zorciós mestiço de dengu e senzar, homem feito e mercenário originário de Tecité que serve como bertô no exército atlante, sob o comando de Arpá. Kwonos, "cão", é um nome dengu, enquanto Ralfu Kalkan é um nome de família senzar.

Filho de Markiela (Potranca, em dengu), concubina nuciós dengu do quanciós senzar Za Vegeb Tuzam, chefe de uma família dona de terras e de uma serraria, Kwonos nasceu em Waghroklópnis, vila madeireira isolada no norte de Tecité. Quando ainda era muito pequeno, brincava com cães na encosta da montanha durante um dia de festa quando um terremoto destruiu uma barragem e provocou uma inundação que destruiu su família e comunidade num piscar de olhos. Kwonos sobreviveu sozinho por mais de dois anos, vivendo de raízes, pinhões, mariscos e pequenos animais que caçava junto com os cães, antes de ser encontrado por um guarda florestal senzar, cujo comandante, Ralfu Kalkan Zetfuhn, bastô de uma pequena guarnição militar no porto de Morigwora, resolveu alforriar e adotar o menino.

Com dificuldade de falar, maus modos caninos resultantes do longo isolamento, Kwonos teve uma infância difícil. Seu medíocre desempenho intelectual foi contrabalançado por um físico impressionante e uma destreza incomum. Sem nascimento adequado nem qualificações suficientes para a academia militar, quis alistar-se como guerreiro de Tecité, mas foi desencorajado pelos preconceitos ali particularmente fortes nesse reino em relação à sua origem mestiça e servil. Decidiu então juntar-se como mercenário ao exército de Atlântida, por ouvir falar que ali os estereótipos pesam menos e um guerreiro estrangeiro pode obter a cidadania depois de 11 anos de serviço militar, com direito a cursar a academia militar se mostrar aptidão prática.

Kwonos integrava a zebás de Arpá quando este se graduou na Academia Militar e chamou sua atenção de Arpá por sua força, coragem e capacidade tática. Apesar de não se mostrar intimidado nem fascinado pelo carisma de Arpá, o comandante o considerou um auxiliar útil e com iniciativa, digno de respeito. Mesmo depois da ascensão meteórica ao posto de mentô, Arpá continua a tê-lo como homem de confiança, encarrega-o de missões difíceis e promete promovê-lo a bastô assim que possível. No início de 2702 dFA, Kwonos está a apenas dois anos de conseguir a cidadania e o acesso à escola de oficiais.

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